O cante das ervas (Melopeia e Jardim da Boa Palavra, 2014) é o segundo trabalho discográfico de Celina da Piedade.
"Na companhia de Alex Gaspar (contrabaixo, adufe, vassouras de palha), Diogo Leal (flauta de tamborileiro e tamboril), Filipa Ribeiro (coros), Fred Gracias (adufe), Marco Pereira (violoncelo) e António Bexiga (guitarra folk e viola campaniça), Celina da Piedade apresenta seis canções que cheiram a terra. E que chegam embrulhadas num prazer físico. Pela boca se canta e se espalha a tradição, pela boca se bebe o chá do Jardim da Boa Palavara. Pela boca, de ambas as formas, se sorve o Alentejo".
Podes ler uma entrevista à Celina em que fala deste disco se entrares aquí
Em Casa, primeiro trabalho discográfico de Celina da Piedade (Melopeia, 2012).
1-1Calimero E A Pera Verde (Hanter-Dro) 1-2Rua Da Amargura (Mazurca) 1-3O Acordeão Do Sá (Muinheira Ou Chapelloise) 1-4Assim Me Explico (Roundeu) 1-5Pombinha Branca 1-6Valsa Para O Chico (Valsa A 3 Tempos) 1-7Toada (Mazurca) 1-80,8 (Valsa A 8 Tempos) 1-9Bombal (Fandango Ou Valsa A 3 Tempos) 1-10Disse-te Adeus 2-1Adeus 2-2Soupir (Mazurca) 2-3Rebola A Bola (Corridinho) 2-4Janeiro Lento Em Lisboa (Valsa De 5 Tempos) 2-5Roubei-te Um Beijo 2-6A Lira (Mazurca) 2-7Arvore De Papel 2-8Insonia (Mazurca E Valsa A 3 Tempos) 2-9Calmmeira E A Pera Verde (Hanter-Dro) Featuring [Com] – Naragonia 2-10T O T O Mix Omiri (Valsa A 8 Tempos)
Celina
da Piedade é acordeonista, cantora, e compositora. Começou a
estudar música aos 5 anos, e pouco tempo depois já actuava em
público. Estudou no Conservatório de Setúbal, onde também deu
aulas de acordeão. Licenciou-se em Património Cultural e
pós-graduou-se em Estudos de Música Popular. Em 1998 conhece a
Associação PédeXumbo, com quem colabora desde então e da qual é
actualmente Presidente Honorária.
No
ano de 2000 é mãe de dois projectos musicais: Uxu Kalhus (com quem
fica até 2009), e Modas à Margem do Tempo (colaboração até
2004). Nese
mesmo ano integra o Cinema Ensemble de Rodrigo Leão, com quem ainda
trabalha actualmente, tocando em todos os concertos e discos do
compositor.
A esta partilha acrescentam-se outras: Mayra Andrade (com
quem tocou e para quem compôs “Mon Carrousell”), Uxía, Ludovico
Einaudi, Gaiteiros de Lisboa, António Chainho, Samuel Úria, entre
muitos outros. Participou como artista e compositora em mais de 50
edições discográficas, para além de bandas sonoras para cinema,
teatro e dança.
Actualmente integra o grande colectivo Tais Quais,
fazendo parceria com Vitorino, Tim, Sebastião, Serafim, Jorge Palma,
Paulo Ribeiro e João Gil.
No
seu trabalho a solo conta já com três albuns, “Em Casa”
(Melopeia, 2012), “O Cante das Ervas” (Melopeia e Jardim da Boa
Palavra, 2014) e "Sol" (Sons Vadios 2016).
Quem
já a viu em concerto reconhece-lhe o imenso carisma. Celina da
Piedade tem levado o seu acordeão e a sua voz até aos mais
diferentes contextos, algures entre as formas e cores tradicionais,
em viagens pelas memórias da música de raiz portuguesa e um sentir
mais moderno e universalista. Desenha uma música cheia de alma e de
personalidade, que, em palco, ganha com a sua formidável presença.
Se quiseres votar no ari(t)mar deste ano por esta música da Celina entra aquí. Também poderás ouvir as outras músicas galegas e portuguesas que escolhidas neste ano para o certame Ari(t)mar.
Se entras no artigo premendo na ligazón de abaixo, poderás saber a historia, oír no Soundcloud, veres a letra para cantares e contribuír ao Verdegaio Feminista. Entra no Luzes
Fotografía tirada de: https://www.instagram.com/galegas8m/
Un dos libros do club neste curso é Corredora, de María Reimóndez, publicado pola prolífica autora no ano 2017. Nel coñecemos a Genet Mullugueta, que naceu nunha aldea de North Wolloh en Etiopía e á quen, desde noviña, o que máis lle gustaba era correr e correr.
Antes de lermos o libro tivemos un faladoiro cunha atleta ourensá, Emma Lorenzo Casas.
A importancia do deporte na súa vida, como compaxina iso cos estudos, como tivo ás veces que desoír os consellos dalgún profesorado para que se centrase nos estudos a pesar de que sempre foi boa estudante... foron algunhas das cousas das que o alumnado de 1º da ESO puido falar con Emma o día 24 de xaneiro. Trouxo o seu calzado deportivo, algúns xornais, dorsais e explicou como sempre lle gustou o deporte e se apuntaba a todo o que podía. Iso levouna a comezar co triple salto, animada por un profesor da escola que vía nela moitas capacidades. Agora compaxina este deporte cos estudos universitarios.
No faladoiro tivemos oportunidade de ver tamén unha parte de Contra os elementos, unha serie de vídeos promovidos pola Deputación da Coruña no que se lles dá voz a mulleres deportistas da provincia da Coruña. Recomendamos velos na rede. Entra na ligazón de Contra os elementos premendo aquí
Pois hai un días soubemos da fazaña de Ana Peleteiro en triple salto: "A atleta galega Ana Peleteiro Brión vén de gañar a medalla de bronce na final de triple salto do Mundial de pista cuberta de Birmingham, no que alcanzou os 14,40 metros de distancia, a súa mellor marca persoal".
No ano 2014 baía Edicións publicou a obra de Pepe Carreiro Historia das mulleres galegas. Das marchas nómades á Marcha Mundial das Mulleres. O libro continuaba a pedagóxica serie de Pepe Carreiro sobre a lingua e a historia galegas.
É unha lectura imprescincíbel para coñecermos un pouquichiño o camiño que levamos andado as galegas e que poucas veces aparece nos libros de texto.
Búscao na biblioteca.
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